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mar

Negócios na América Latina: o que esperar para o segundo semestre de 2021?

Live reúne líderes empresariais do Brasil, Portugal e Estados Unidos para discutir os prováveis cenários políticos, sociais e econômicos que as empresas da região enfrentarão até o fim do ano

Álvaro Santos Pereira, ex-ministro da Economia de Portugal, e os especialistas americanos Dirk Donath e Jason Marczak serão os debatedores do encontro

O ano de 2021 começou bastante contaminado pelo panorama mundial de 2020, especialmente no que diz respeito à retomada econômica, diante da pandemia da Covid-19. Mas o que podemos esperar do segundo semestre deste ano em relação ao ambiente de negócios na América Latina?  Esse será o tema debatido na live que o World Trade Center (WTC) Curitiba e Joinville e a Latin Trade promovem na próxima quinta-feira (18), às 8h, reunindo líderes empresariais para discutir os prováveis cenários políticos, sociais e econômicos que as empresas enfrentarão no continente até o final do ano. As inscrições para a live são gratuitas e podem ser feitas neste link

“Vamos enfatizar a apresentação de estratégias corporativas, a identificação de elementos críticos no ambiente de negócios e as questões competitivas mais relevantes”, adianta Josias Cordeiro da Silva, CEO do WTC Curitiba e Joinville, que será o anfitrião da transmissão ao lado de Santiago Gutierrez, editor executivo da Latin Trade – revista de negócios com foco na América Latina e Caribe.

Para o painel da live, estão convidados o diretor de Country Studies da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na América Latina, Álvaro Santos Pereira, ex-ministro da Economia de Portugal; o managing partner Latin America da L Catterton, Dirk Donath (Estados Unidos); e o diretor da Adrienne Arsht Latin America Center no Atlantic Council, Jason Marczak (Estados Unidos), em um debate que também terá a moderação da professora Maria Tereza Fleury, da FGV

Em razão da presença de convidados estrangeiros, a transmissão será feita em inglês.

Setores em retomada 

Santiago Gutierrez antecipa que existem oportunidades em todas as atividades que reduzem os custos de entrega de bens e serviços às comunidades, pois a digitalização e os novos modelos de negócios continuam sendo as ferramentas perfeitas para atingir esse objetivo. 

“E existem oportunidades de negócios interessantes que melhoram o meio ambiente. Desde os serviços de eletrificação para transporte, reflorestamento e conservação, até a geração de energia limpa, que no caso da América Latina também inclui o etanol. Além do caso extraordinário da Guiana, outros países que logo se moverão para a ponta da recuperação serão México e Paraguai, apoiados por seus vizinhos; e Chile e Argentina, impulsionados pelo crescimento chinês. Já o Caribe terá que esperar até 2022 para sua recuperação”, analisa. 

O editor da Latin Trade avalia que o bom ritmo da recuperação da China e do mundo desenvolvido pode ser o elemento mais importante para os empresários da região, já que sem isso seria difícil alcançar um crescimento sustentado no nosso continente. 

“As perspectivas fiscais ficarão mais difíceis em 2021 e 2022 para a maioria dos países da América Latina. Será preciso encontrar uma maneira de resolver os problemas das pensões e do déficit fiscal, que permanecerão em 2021, para neutralizar os efeitos da pandemia. Há uma oportunidade significativa para a região na rivalidade entre Estados Unidos e China. Os dois países têm interesse em fazer grandes negócios na América Latina para manter ou abrir espaço geopolítico. É um jogo complicado, mas já provou ter efeitos relevantes sobre o investimento e o crédito.” 

SERVIÇO

Live “Latin America: What to expect in the second semester of 2021”

18 de março (quinta-feira), às 8h

Inscrições gratuitas pelo link

Idioma: Inglês 

Sobre o World Trade Center

Somos um ecossistema global de comércio e investimento, criado há 50 anos como um ponto central de cooperação e conexão, visando a organizar e facilitar a expansão de negócios internacionais. Trabalhamos para dar continuidade ao legado do WTCA, de criar prosperidade e desenvolvimento econômico relevante, com foco no Brasil, mostrando ao resto do mundo o que os estados do Sul do Brasil têm de melhor a oferecer e perseguindo mais oportunidades para nossos associados. Aumentamos a competitividade das empresas locais, geramos negócios, fomentamos o comércio internacional, disseminamos melhores práticas globais, fomentamos a educação e a liderança empreendedora e trazemos inovação e investimentos para o país.



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